SOLENIDADE DE SÃO JOAQUIM E SANT'ANA.




  26 de julho de 2025.   


Sábado da 16ª Semana do Tempo comum -ano (C)
SOLENIDADE DE SÃO JOAQUIM E SANT'ANA.

   Evangelho.   


-Mateus 13,16-17

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 16 "Felizes sois vós, porque vossos olhos veem e vossos ouvidos ouvem. 17 Em verdade vos digo, muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não viram, desejaram ouvir o que ouvis, e não ouviram".

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


 Meditação.   



“Felizes sois vós, porque vossos olhos veem e vossos ouvidos ouvem.” (Mt 13, 16)



    

Celebramos, hoje, com alegria, a memória dos santos: Joaquim e Ana, os pais de Nossa Senhora, avós de Jesus. São poucos os dados históricos que conhecemos a respeito deste casal, escolhido por Deus para gerar uma filha, Maria, que se tornaria a Mãe do Salvador. Por um privilégio especial, que no corpo desta filha se formaria o corpo imortal de Jesus, ela foi preservada da mancha do pecado original. Maria foi concebida sem pecado e, vindo ao mundo, nunca pecou. Louvemos a Deus por esta família abençoada. 

   Joaquim e Ana são os padroeiros dos avós. Parabéns a todos os vovôs e vovós. 

    Agradecemos a Deus pelo dom da vida concedido aos nossos antepassados. 


   O texto do Evangelho que a liturgia nos convida a refletir neste dia de hoje, está um pouco mais do meio da bela parábola do semeador. Olhando para os versículos que antecedem , vamos ver que Jesus quer pôr de lado o cristianismo superficial, que consiste meramente em ouvir e aceitar os seus ensinamentos de modo teórico. Ele quer conduzi-los a um cristianismo profundamente arraigado, constante e capaz de dar frutos na sociedade.

     Nessa parábolas, Jesus fala do crescimento e amadurecimento da sua palavra em nós, assim como dos obstáculos, isto é, da superficialidade que evita a aplicação da palavra à vida e da excessiva absorção do nosso ser em negócios mundanos , a ponto de esquecer a Providência divina que, consequentemente, acabam por afetar a nossa vida de fé. 

   Vejam que Jesus falava em parábolas para a multidão que estava à margem do lago. E seus discursos foram uma série de parábolas (Mt 13,3)..." Os discípulos aproximaram-se de Jesus para dizer-lhes: "Por que o Senhor fala em parábolas? " Jesus respondeu : "Porque a vós é dado a compreender os mistérios do Reino dos Céus, mas a eles não (Mt 13,10-11)." ... 

   Nos dois versículos que nos é apresentado para a reflexão de hoje, Jesus falou aos doze discípulos e a nós que somos chamados a ser discípulos de hoje: "bem-aventurados os vossos olhos, porque vêem! Ditosos os vossos ouvidos, porque ouvem !..." (Mt 13,16)

     Para nós, um genuíno contato com a Palavra de Jesus e com a sua pessoa é um privilégio, uma graça e também uma grande responsabilidade. 


Diante da incredulidade de tantos que não aceitavam, Jesus alegra-se com os que veem, ouvem e entendem o que ele lhe diz. Não é por nós que acreditamos em Jesus. Recebemos de Deus o dom da fé e a graça de o aceitar. Essa é nossa maior felicidade, o grande favor que Deus nos fez e continua fazendo a cada momento. E esse dom deve continuamente agradecer a misericórdia divina.

     Para nós, um genuíno contato com a Palavra de Jesus e com a sua pessoa é um privilégio, uma graça e também uma grande responsabilidade. 

Recebemos, portanto, essa graça quando 

  O Evangelho é pregado e a Eucaristia é celebrada. 

     Por causa da fé, podemos ver e ouvir o que os Apóstolos ouviram e viram, embora de uma forma sacramental, igualmente válida. 


PERMANECEMOS NA SANTA PAZ DE DEUS!

-Adélio Francisco.

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