" O REINO DOS CÉUS É COMPARADO A UM GRÃO DE MOSTARDA ... AO FERMENTO. "

 

"O REINO DOS CÉUS É COMPARADO A UM GRÃO DE MOSTARDA ... AO FERMENTO. "





28 de julho de 2025   

Segunda-feira da 17ª Semana do Tempo Comum

    Evangelho.   

Mt 13,31-35

Naquele tempo, 31Jesus contou-lhes outra parábola: “O Reino dos Céus é como uma semente de mostarda que um homem pega e semeia no seu campo. 32Embora ela seja a menor de todas as sementes, quando cresce, fica maior do que as outras plantas. E torna-se uma árvore, de modo que os pássaros vêm e fazem ninhos em seus ramos”.
33Jesus contou-lhes ainda outra parábola: “O Reino dos Céus é como o fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado”.
34Tudo isso Jesus falava em parábolas às multidões. Nada lhes falava sem usar parábolas, 35para se cumprir o que foi dito pelo profeta: ‘Abrirei a boca para falar em 2parábolas; vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo’.



    Meditação.   


O Reino dos Céus é como o fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado (Mt 13, 33)


Neste  Evangelho de hoje que a liturgia nos convida a refletir, vemos que para apresentar o desenvolvimento do Reino de Deus, Jesus ilustra com duas parábolas, a do grão de mostarda e a do fermento. 

   O aspecto mais chamativo é o contraste que existe entre a situação inicial e o resultado final. 

   De um grão de mostarda, sendo a mais pequena das sementes, pode surgir uma árvore grande e, ao mesmo tempo, acontece com o fermento, que tem capacidade para fazer fermentar uma grande quantidade de massa. Através dessas comparações, Jesus fala da presença do Reino que está começando a chegar : a sua presença é neste momento germinal e a sua aparência, como a da semente e a do fermento é insignificante, mas possui dentro de si uma força transformadora que já começou na história e o seu crescimento é irreversível. 

  Para ser fermento que leveda a massa, a Igreja não pode viver separada do mundo, e sim exatamente o contrário, imersa nas realidades sociais, políticas, econômicas e culturais, onde esteja em jogo a causa do reinado de Deus, que é o anúncio da boa notícia da libertação, especialmente para o pobre e para o oprimido.

    Esse compromisso será sempre arriscado e poderá parecer, diante dos poderes estabelecidos, tão insignificante como um pouquinho de fermento da parábola, mas a fermentação da massa está assegurada. O fermento tem um segredo para fazer crescer a massa. Jesus enfrenta a mentalidade religiosa de seu povo, que está convencido de que a história se construía com base em intervenções diretas, espetaculares e unilaterais de Deus, sem o concurso do ser humano. Jesus, em troca, experimentava como Deus atuava nele e em muita gente do povo de uma forma silenciosa, mas efetiva. 

   Meus irmãos e irmãs: o cristão de hoje, através do marco da presença de Deus que o alimenta e protege, especialmente pela força da vida sacramental, é obrigado a dar bons frutos. Como é importante parar, num silêncio de meditação, para averiguar o que estamos produzindo de bom em nosso dia a dia.


PERMANECEMOS NA SANTA PAZ DE DEUS!

-Adélio Francisco.

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