Somos convidados a fazer a vontade do Pai.
Somos convidados a fazer a vontade do Pai.
23 de julho de 2024.
Terça-feira da 16ª Semana do Tempo Comum
Evangelho.
Mt 12,46-50
Naquele tempo, 46enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. 47Alguém disse a Jesus: “Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar contigo”. 48Jesus perguntou àquele que tinha falado: “Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?” 49E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: “Eis minha mãe e meus irmãos. 50Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”.
Palavra da salvação.
Glória a vós, Senhor
Meditação.
Enquanto Jesus falava às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele (Mt 12, 4
Jesus inovou com a sua idéia diferente de fraternidade. Para ele, a fraternidade, baseada nas relações familiares e no sangue, não é suficiente.
Os que se tornaram seus irmãos não são necessariamente seus parentes, mas seus discípulos: são aqueles que têm fé na sua palavra.
De modo semelhante, a fraternidade cristã entre os homens não procede
dos laços sangüíneos, embora isso facilite uma aproximação, mas da fidelidade à conduta cristã, mostrada na misericórdia, no serviço e no amor fraterno.
Ao longo de seu ministério público, Jesus formou uma grande família, composta por numerosa multidão que o seguia, atraída pela sua palavra e seu jeito diferente de ser. Um grupo de 12 apóstolos e 72 discípulos viviam mais achegados à sua pessoa. Haviam deixado suas terras e suas famílias, sem saber que um dia Jesus, apontando com a mão para eles, dizia: "Eis aqui minha mãe e meus irmãos". Um conceito novo de familiaridade íntima, um entrosamento extraordinário de ideais e projetos, visando a salvação da humanidade.
Jesus disse: "Aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, irmã e mãe".
Cada evangelista interpretou de modo diferente a atitude de Jesus em relação à sua família e à afirmação de sua solidariedade com a família espiritual daqueles que fazem a vontade do Pai. Para Jesus, formar uma verdadeira família baseada nas relações familiares e no sangue não é o suficiente. O que nos torna irmãos, formando a verdadeira família não são nossos parentes, mas aqueles que têm fé em sua palavra. A fraternidade cristã entre os homens não procede dos laços sangüíneos, embora isso facilite uma aproximação, mas da fidelidade à conduta cristã, mostrada na misericórdia, no serviço e no amor fraterno.
Ao experimentar o desprezo de seu povo, representado pelos fariseus e mestres da lei, Jesus se volta para os seus discípulos e descobre neles uma nova e definitiva família. Não são os laços de sangue os que unem os discípulos, mas o seu vínculo com Jesus e o seu empenho para cumprir a vontade do Pai.
Meus irmãos e irmãs: somos convidados a fazer a vontade de Deus.
PERMANECEMOS NA SANTA PAZ DE DEUS!
-Adélio Francisco.
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