"O QUE DEUS UNIU, O HOMEM NÃO SEPARA". (Mc10,9)




"O QUE DEUS UNIU, O HOMEM NÃO SEPARA". (Mc10,9)


24 de maio de 2024

  Dia de Nossa Senhora Auxiliadora.  


  Evangelho.  


Mc 10,1-12

Naquele tempo, 1Jesus foi para o território da Judeia, do outro lado do rio Jordão. As multidões se reuniram de novo, em torno de Jesus. E ele, como de costume, as ensinava. 2Alguns fariseus se aproximaram de Jesus. Para pô-lo à prova, perguntaram se era permitido ao homem divorciar-se de sua mulher.3Jesus perguntou: “O que Moisés vos ordenou?” 4Os fariseus responderam: “Moisés permitiu escrever uma certidão de divórcio e despedi-la”. 5Jesus então disse: “Foi por causa da dureza do vosso coração que Moisés vos escreveu este mandamento. 6No entanto, desde o começo da criação, Deus os fez homem e mulher. 7Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e os dois serão uma só carne. 8Assim, já não são dois, mas uma só carne. 9Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe!”
10Em casa, os discípulos fizeram, novamente, perguntas sobre o mesmo assunto. 11Jesus respondeu: “Quem se divorciar de sua mulher e casar com outra, cometerá adultério contra a primeira. 12E se a mulher se divorciar de seu marido e casar com outro, cometerá adultério”.
Palavra da salvação.
Glória a vós, Senhor.

  Meditação.  




"O QUE DEUS UNIU, O HOMEM NÃO SEPARA". (Mc10,9)

Uma vez mais, Jesus ressalta a natureza religiosa do casamento. Isso significa que o matrimônio não é somente uma instituição social ou um simples contrato entre um homem e uma mulher, como ocorre hoje em muitos casos. Casamento e partilhar o poder de Deus para dar vida a outros, pois o homem e a mulher, casados, tornam-se co-criadores e Deus.
Jesus enfatiza a fidelidade no matrimônio, proibido explicitamente o divórcio. Fidelidade é uma qualidade imprescindível no casamento cristão; e deve, portanto, estar presente em qualquer casamento. 
O matrimônio é uma relação permanente: os seres humanos são capazes de compromissar-se um com o outro para sempre. O amor que os mantém juntos deve dar-lhes uma razão suficiente para serem fiéis e verdadeiros um ao outro. Nesse sentido, eles se tornam imagens de Deus.
A fidelidade permanente dá estabilidade ao casamento como instituição, um fator essencial para o nascimento e a criação dos filhos. Assim, tanto a experiência humana como os ensinamentos de Jesus afirmam os valores religiosos do casamento 
O texto do Evangelho disse: que tudo aquele que repudiar a sua mulher e desposar outra, comete adultério contra a primeira. Jesus situa o debate sem seu verdadeiro horizonte, processando a solução a partir de sua raiz, ou seja, a intenção originária do criador: a indissolubilidade do matrimônio.
Assim sendo, não há dúvida em definir como adultério a ruptura de uma relação que deve ser concebida, não como simples contrato legal, mas como uma aliança estável, á semelhança daquela que o mesmo Deus fez com o seu povo. Desse caráter de aliança que o matrimônio possui deriva fidelidade conjugal que Jesus proclama, uma fidelidade sustentada e alimentada pelo amor, não pela lei.
Esse amor, em referência constante ao amor de Deus, será capaz de encontrar sempre a luz e a força necessária para superar os diversos obstáculos que o cristianismo se lhes apresenta nessa vida conjugal.

PPERMANECEMOS NA SANTA PAZ DE DEUS.
--Adélio Francisco 


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